Personagens

Alguns personagens principais da história do basquete de Goiás:

César Sebba

César começou a carreira jogando basquete nos clubes de Goiânia. Em 1964, foi convidado por Kanela para jogar no Flamengo. No rio foi diversas vezes campeão carioca, jogou também pelo Vasco, Botafogo e Fluminense. Em 72, foi convidado por Leonino Caiado e Farnese Dias Maciel para voltar a Goiás e foi um dos principais articuladores da criação dos times do Jaó e Vila Nova. Jogou no Vila e na Seleção Brasileira e era conhecido como um dos melhores arremessadores do Brasil.

Gilson Ramos "Doinha"

Nascido em Ilhéus-BA, Doinha se mudou ainda criança para o Rio de Janeiro onde estudou no Serviço de Assistência a Menores – SAM. Começou a jogar basquete no colégio interno em Quintino, incentivado por Kanela. Logo saiu e foi jogar no Flamengo. Em 72, convidado por César Sebba, vem para Goiás jogar no Jaó. Depois foi chamado para jogar no Vila Nova, onde foi campeão brasileiro e sul-americano. Jogou ainda pelo Jóquei Clube de Goiás e pela Seleção Goiana.  Mais tarde foi técnico da seleção brasileira de basquete em cadeira de rodas. Foi presidente da Confederação Brasileira de Basquete em Cadeira de Rodas (CBBC) de 1997 a 2004 e participou de 7 paraolimpíadas.

Luiz Berquó

Goiano, Luiz Berquó nasceu numa família de apaixonados por basquete. Seu pai foi Lélio Ramalhão, grande incentivador do basquete no estado e técnico do time de basquete do Vila Nova. Foi campeão brasileiro jogando pelo Vila Nova. Foi também presidente da Federação Goiana de Basquete e já foi chefe de delegação da Seleção Brasileira Feminina. Nos anos 90 e 2000, ajudou a montar os time feminino Vila Nova Massageol e o Universo Ajax. Hoje é um grande divulgador do esporte é apresentador e produtor do programa Esportem em Ação.

Fausto Giannecchini

Fausto Cisoto Giannecchini, nascido em São Paulo em 1951, é um dos maiores armadores da história do basquete brasileiro. Atuou entre 1970 e 1992, com passagens marcantes por Franca, Vila Nova e Sírio. Conquistou sete títulos brasileiros e quatro sul-americanos por clubes, além de defender a Seleção Brasileira, com destaque para o bronze no Mundial de 1978 e três títulos sul-americanos. No Vila Nova, foi peça-chave na conquista do título nacional de 1973, onde foi eleito melhor jogador do campeonato. Hoje administra o Instituto Fausto Giannecchini, que faz trabalhos sociais e projetos relacionados ao basquete em escolas, comunidades e institutos no interior de São Paulo.

Emir Baiocchi

Apaixonado por basqute, Emir foi o grande responsável pela criação do time de basquete do Vila Nova. Nascido na Cidade de Goiás, Emir mudou-se para o Rio de Janeiro onde foi diretor de esportes do Flamengo. Depois de sofrer um derrame, volta para Goiás para administrar as empresas da família e cria o time de basquete do Vila Nova. Emir foi o grande patrocinador do time do Vila Nova e, na prática, dono do time.

Lélio Ramalhão

Lélio foi um dos maiores incentivadores do basquete no estado. Jogador na junventude, Lélio logo cedo se tornou técnico de basquete. Foi técnico do Vila Nova durante a taça Ivan Raposo, Taça Brasil e no Mundial

Luís Silva

Convidado por Emir Baiocchi, Luís auxiliou a administração do time de basquete do Vila Nova. Foi também presidente da Federação Goiana de Basquete e diretor de esportes do Jóquei Clube de Goiás no final dos anos 70. No Jóquei foi um dos responsáveis por transformar o clube numa potência esportiva regional. Durante sua gestão o Jóquei foi campeão de diversos campeonatos regionais não só no basquete, mas também na natação, judô, karatê, futsal e vôlei.

Este projeto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura

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